Artigos e ensaios, Publicações externas

Após junho de 2013: coletivos estético-políticos na guerrilha do sensível

Em junho de 2013, uma série de manifestações tomaram as ruas do Brasil. A princípio como movimentos apartidários, sem hierarquia, organizados nas redes sociais, combatendo o aumento dos preços das passagens de ônibus. Tal cenário já vinha sendo anunciado com a greve dos professores da rede pública de diversos estados em 2011 e com a… Continuar lendo Após junho de 2013: coletivos estético-políticos na guerrilha do sensível

Artigos e ensaios, Publicações externas

Mídia tática como conceito operativo nas artes visuais | Revista Estado da Arte

Este artigo apresenta o conceito de mídia tática, seu surgimento nas formas de ativismo associadas à mídia, bem como suas raízes na ética punk e no pensamento de Michel de Certeau, com objetivo de identificar suas manifestações no campo das artes visuais, e em particular na arte contemporânea brasileira. Acreditamos que esse conceito, ainda pouco… Continuar lendo Mídia tática como conceito operativo nas artes visuais | Revista Estado da Arte

Críticas

Notas sobre Christo e Jeanne-Claude

Faleceu no dia 31 de maio de 2020 o artista búlgaro Christo (1935-2020), um dos nomes mais representativos da expansão da arte para além das galerias e sua fusão com a paisagem e com a arquitetura - aquilo que a crítica Rosalind Krauss chama de "campo ampliado". Christo e sua parceira Jeanne-Claude (falecida em 2009) contribuíram… Continuar lendo Notas sobre Christo e Jeanne-Claude

Críticas

A Moreninha: na contramão da “Geração 80”

Na década de 1980, o circuito artístico brasileiro passava por transformações com a abertura política, a ascensão do mercado de arte e a proliferação de galerias comerciais. Desde o final da década anterior, críticos já identificavam uma “redescoberta” da pintura, como Frederico Morais, ao escrever sobre o 11º Panorama da Arte Brasileira do Museu de… Continuar lendo A Moreninha: na contramão da “Geração 80”

Críticas

Imagem, saturação, superexposição: sobre Aleta Valente e Marcela Cantuaria

Um dos fatores que tornam a arte um campo inesgotável é sua inevitável contaminação pelas novas tecnologias e pelos problemas por elas introduzidos. Há séculos atrás, surgimento da pintura à óleo, com sua capacidade mimética sem precedentes, tornou a imagem um meio de ostentação de poder e de bens materiais de seus proprietários. Mais tarde,… Continuar lendo Imagem, saturação, superexposição: sobre Aleta Valente e Marcela Cantuaria

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Entre espaço público e espaço expositivo: a arte em trânsito de Guga Ferraz | Revista Palíndromo

Com o objetivo de analisar a inserção de trabalhos de intervenção urbana em espaços institucionais, o artigo concentra-se em um conjunto de três intervenções realizadas pelo artista brasileiro Guga Ferraz em espaços públicos – Ônibus Incendiado (2003), Cidade Dormitório (2007) e Até Onde o Mar Vinha, Até Onde o Rio Ia (2010-2014) –, investigando as… Continuar lendo Entre espaço público e espaço expositivo: a arte em trânsito de Guga Ferraz | Revista Palíndromo

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Documentação e iconização do efêmero: arte contemporânea e intervenção urbana | Revista Porto Arte

O artigo discute o estatuto da documentação do efêmero na arte contemporânea, e em particular na intervenção urbana, considerando mais do que o caráter indicial da imagem documental, mas seu valor como ícone. Trabalhos artísticos efêmeros realizados na ausência de um público - devido a seu caráter clandestino ou à sua localização - têm sua… Continuar lendo Documentação e iconização do efêmero: arte contemporânea e intervenção urbana | Revista Porto Arte

Críticas

Só Love – Carlos Contente

A diluição de fronteiras entre arte e cotidiano é uma das principais marcas do trabalho de Carlos Contente. Esse processo se dá de duas maneiras: quando o artista replica sobre os muros da cidade seus trabalhos, por meio de carimbos e estênceis (prática que realiza desde 2002), ou quando Contente, fazendo o caminho inverso, leva… Continuar lendo Só Love – Carlos Contente

Críticas

Um bispo caído e uma bala perdida

Como um artista mantém uma identidade em sua produção ao longo de duas décadas de trajetória sem cair na mesmice? É uma atitude comum da crítica dividir a produção de artistas em “fases” e não é raro para o público, ao se deparar com uma exposição de um artista consolidado, estranhar a presença de obras… Continuar lendo Um bispo caído e uma bala perdida