Alexandre Vogler, Tridente, 2006

A tentativa de interdição, por grupos cristãos, a uma intervenção urbana do artista Alexandre Vogler, bem como a perseguição pela polícia e por civis a trabalhos artísticos de Guga Ferraz, levanta discussões sobre a destruição de imagens e a potência a elas atribuída pelo olhar de quem as nega e as destrói. A partir de teóricos como Jacques Rancière, W. J. T. Michell, Marie-José Mondzain e Hans Belting, entende-se que o ato de negar uma imagem pode ser um ato de afirmação de seu poder, bem como uma tentativa de interromper a busca icônica do outro e tomar para si a exclusividade e benefícios da imagem.

Artigo publicado na revista Poiésis, v. 20, n. 33, 2019

2 respostas a “Homens de bem contra imagens do mal”

  1. […] Leia mais no artigo “Homens de bem contra imagens do mal” e na dissertação de mestrado “Entre a (auto)destruição e a sobrevivência da […]

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