Análise do novo circuito: periferia e antropofagia

A segunda década do século XXI está prestes a chegar ao fim. É uma difícil tarefa criar classificações em torno da produção artística dos últimos vinte anos – sobretudo se considerarmos a velocidade das transformações tecnológicas e comunicacionais e a reação que provocaram na arte. Contudo, já é possível enxergar nos anos mais recentes características … Continue lendo Análise do novo circuito: periferia e antropofagia

Participação e coletividade na arte contemporânea japonesa

Em 2015, a artista japonesa radicada em Berlim, Chiharu Shiota, esteve no Brasil para realizar sua primeira exposição individual em solo latino-americano. Em Busca do Destino esteve em cartaz no Sesc Pinheiros, em São Paulo, de setembro de 2015 até janeiro de 2016, com curadoria da brasileira Teresa Arruda, e contou com a participação do … Continue lendo Participação e coletividade na arte contemporânea japonesa

Alegoria – ou mula sem cabeça: a cidade que casou com o Bispo

Guga Ferraz realiza sua primeira individual na Artur Fidalgo Galeria apresentando trabalhos inéditos, realizados desde 2014. Reconhecido principalmente pelas intervenções de caráter crítico e dissensual que executa em espaços públicos desde o ano 2000, em sua exposição, composta por desenhos e esculturas, Guga não se desvencilha de seu processo de investigação sobre / na cidade, … Continue lendo Alegoria – ou mula sem cabeça: a cidade que casou com o Bispo

Junho de 2013, 5 anos depois – Uma retrospectiva através da arte

Em 2018, assumi o desafio de ser um dos co-curadores da exposição Junho de 2013 – 5 anos depois, realizada no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica sob coordenação geral de Daniele Machado e Gabriela Lúcio. Falo em desafio porque realizar uma exposição que tenta historicizar fatos tão recentes, um processo histórico ainda em curso, … Continue lendo Junho de 2013, 5 anos depois – Uma retrospectiva através da arte

A experiência da destruição como metamorfose

O trabalho de Cristina de Pádula é processual, mutável e encara o tempo como elemento fundamental para sua construção, que se dá por meio da destruição e reaproveitamento da matéria. Em sua exposição individual realizada no Paço Imperial, com curadoria de Cezar Bartholomeu, a artista apresenta a instalação aqui, não - que também dá título … Continue lendo A experiência da destruição como metamorfose

A persistência da memória em Matheus Rocha Pitta

Estela é o termo utilizado pela arqueologia para designar monumentos monolíticos onde civilizações antigas faziam inscrições ou esculturas em relevo, geralmente funerárias ou de praxe ritual, política, comemorativa, territorial, etc. Estelas funerárias remontam a diversas culturas antigas ao redor do mundo, como os egípcios, gregos, romanos, maias ou incas. Ao serem colocadas sobre os túmulos, … Continue lendo A persistência da memória em Matheus Rocha Pitta