Críticas

Não existe coisa mais íntima que um cu, nem mais pública do que colocá-lo na rua

Em abril do ano 2000, o Atrocidades Maravilhosas iniciava sua primeira ação no Rio de Janeiro. Vinte artistas saíam pelas ruas da cidade, de madrugada, colando centenas de cartazes que formavam imensos painéis em grandes vias e áreas de intensa movimentação de transeuntes. Os cartazes apresentavam imagens desenvolvidas a partir da pesquisa individual de cada… Continuar lendo Não existe coisa mais íntima que um cu, nem mais pública do que colocá-lo na rua

Críticas

A experiência da destruição como metamorfose

O trabalho de Cristina de Pádula é processual, mutável e encara o tempo como elemento fundamental para sua construção, que se dá por meio da destruição e reaproveitamento da matéria. Em sua exposição individual realizada no Paço Imperial, com curadoria de Cezar Bartholomeu, a artista apresenta a instalação aqui, não - que também dá título… Continuar lendo A experiência da destruição como metamorfose

Críticas

A persistência da memória em Matheus Rocha Pitta

Estela é o termo utilizado pela arqueologia para designar monumentos monolíticos onde civilizações antigas faziam inscrições ou esculturas em relevo, geralmente funerárias ou de praxe ritual, política, comemorativa, territorial, etc. Estelas funerárias remontam a diversas culturas antigas ao redor do mundo, como os egípcios, gregos, romanos, maias ou incas. Ao serem colocadas sobre os túmulos,… Continuar lendo A persistência da memória em Matheus Rocha Pitta

Críticas

A Desdidática de Rafael Adorján

Desensinar, desexplicar, desconfiar, desconfigurar, desconstruir, são alguns dos fins da Desdidática de Rafael Adorján, série de intervenções em slides educativos apresentada no Oi Futuro Flamengo, sob curadoria de Alberto Saraiva. O prefixo “des” é visto com predileção na obra do poeta mato-grossense Manoel de Barros, em quem Adorján se inspira para intitular seu trabalho. O… Continuar lendo A Desdidática de Rafael Adorján