Atelier Sanitário – Daniel Murgel e Leandro Barboza no Centro Cultural Phábrika

Em uma das ruas mais antigas do centro do Rio de Janeiro, situada na Zona Portuária, encontra-se o Atelier Sanitário, ponto de encontro dos artistas Daniel Murgel e Leandro Barboza, onde desenvolvem projetos individuais e coletivos, além de receberem outros artistas e amigos, o que torna o Sanitário mais do que um local de trabalho, … Continue lendo Atelier Sanitário – Daniel Murgel e Leandro Barboza no Centro Cultural Phábrika

Não existe coisa mais íntima que um cu, nem mais pública do que colocá-lo na rua

Em abril do ano 2000, o Atrocidades Maravilhosas iniciava sua primeira ação no Rio de Janeiro. Vinte artistas saíam pelas ruas da cidade, de madrugada, colando centenas de cartazes que formavam imensos painéis em grandes vias e áreas de intensa movimentação de transeuntes. Os cartazes apresentavam imagens desenvolvidas a partir da pesquisa individual de cada … Continue lendo Não existe coisa mais íntima que um cu, nem mais pública do que colocá-lo na rua

A experiência da destruição como metamorfose

O trabalho de Cristina de Pádula é processual, mutável e encara o tempo como elemento fundamental para sua construção, que se dá por meio da destruição e reaproveitamento da matéria. Em sua exposição individual realizada no Paço Imperial, com curadoria de Cezar Bartholomeu, a artista apresenta a instalação aqui, não - que também dá título … Continue lendo A experiência da destruição como metamorfose

A persistência da memória em Matheus Rocha Pitta

Estela é o termo utilizado pela arqueologia para designar monumentos monolíticos onde civilizações antigas faziam inscrições ou esculturas em relevo, geralmente funerárias ou de praxe ritual, política, comemorativa, territorial, etc. Estelas funerárias remontam a diversas culturas antigas ao redor do mundo, como os egípcios, gregos, romanos, maias ou incas. Ao serem colocadas sobre os túmulos, … Continue lendo A persistência da memória em Matheus Rocha Pitta

A Desdidática de Rafael Adorján

Desensinar, desexplicar, desconfiar, desconfigurar, desconstruir, são alguns dos fins da Desdidática de Rafael Adorján, série de intervenções em slides educativos apresentada no Oi Futuro Flamengo, sob curadoria de Alberto Saraiva. O prefixo “des” é visto com predileção na obra do poeta mato-grossense Manoel de Barros, em quem Adorján se inspira para intitular seu trabalho. O … Continue lendo A Desdidática de Rafael Adorján