Por uma não-objetividade
Desde que podemos falar de um regime estético da arte, que se dá com o advento da modernidade – segundo a tese de Jacques Rancière -, a arte liberou-se não apenas de sua qualidade retórica, como também de qualquer regra específica e de hierarquias de tema e gênero. A arte assume-se como um campo autônomo, autossuficiente, sem compromisso com o mundo exterior. Clement Greenberg, no … Continuar lendo Por uma não-objetividade
