Atrocidades Maravilhosas, Zona Franca e a Escola de Belas Artes como propulsora de encontros e coletividade
Na virada do século XXI, o Rio de Janeiro assistiu à proliferação de circuitos heterogêneos de arte contemporânea, fenômeno motivado pela inconformidade ou incompatibilidade de certos artistas com o circuito institucional e pela vontade de se posicionarem ativamente diante desse sistema, adquirindo funções que nas últimas décadas estavam ligadas à figura do curador, do crítico e de outros agentes legitimadores. O circuito institucional do Rio … Continuar lendo Atrocidades Maravilhosas, Zona Franca e a Escola de Belas Artes como propulsora de encontros e coletividade
